terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Folha usa Corinthians para ofender Lula


    Publicado em 21/02/2012 


Engraçado, por que Cerra e FHC não são tema de escola?


O amigo navegante deve ler o notável esforço  de reportagem – clique aqui para ler “J Lo ensina a dar entrevista à Folha” – de uma briosa equipe da Folha (*) para constranger D. Marisa e desmerecer o Presidente Lula.

Tratava-se do desfile da escola paulista Gaviões da Fiel, cujo enredo homenageou o Nunca Dantes.

(Quem assistisse à Globo – e foram poucos, segundo o IBOPE – não perceberia que se tratava de uma louvação ao Nunca Dantes .)

O amigo navegante percebrá que a Folha usou o grande estadista Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, para atingir seu objetivo.

Tira as crianças da sala, porque, como se sabe, a Folha pública palavrões.

(Sobre o que Sanchez diz do destino de Ricardo Teixeira tem a  relevância  do  que Silvio Santos disse à mesma Folha  sobre seu papel na quebra do Panamericano: nenhuma !)

Eis a Folha na sua integra:



A METRALHADORA DO TIMÃO E O SILÊNCIO DE RITA


“Caaalma, gente! Caalma!”, pedia o ex-presidente do Corinthians, Andres Sanchez, à pequena multidão de jornalistas e seguranças que prensavam ele e a ex-primeira-dama Marisa Letícia contra o carro alegórico em que ela desfilaria na escola de samba Gaviões da Fiel, na madrugada de domingo.

“Dona Marisa! Dona Marisa! Dona Marisa!”, gritavam os jornalistas, sem fazer qualquer pergunta. Ela sobe no carro e, do alto, tenta prestar atenção nos berros. Até que alguém faz a primeira pergunta: “O Lula deu alguma recomendação à senhora?”. “Recomendação? Não, nenhuma.” Andres Sanchez atravessa: “Ele mandou ela cuidar de mim, e eu cuido dela. Que é, tão com inveja?”.

“Dona Marisa, a senhora está com o samba na ponta da língua?”, grita um repórter. “Na ponta da boca!”, “corrige” Andres. “Não tive tempo de decorar. Estou com o meu marido doente, né, gente? É muito trabalho”, diz ela. Outra pergunta: “Quem fez o cabelo e a maquiagem da senhora? O [cabeleireiro] Wanderley?”. “É, o Wanderley.”

“Se o Lula melhorar, ele vem para o Desfile das Campeãs, na sexta?” “Claro, claro. Estamos torcendo. Se estiver bom, ele vem.” “Não enche o saco, porra! Isso é pergunta?”, gritava o ex-presidente do Corinthians. “O Lula não teve vontade de desobedecer os médicos e vir para a avenida, dona Marisa?” Andres responde no lugar dela: “Porra, ele está cheio de problema!”.

Diante da vontade do corintiano de participar da entrevista, a coluna perguntou então a ele quando, e se, o cartola Ricardo Teixeira deixará a presidência da CBF. “Quando? Quando o sargento Garcia prender o Zorro”, afirmou.

Em tempo: liga o Vasco, navegante de longo curso, ao cruzar o Cabo de Santo Agostinho, a caminho de Carneiros: como o FHC se diz corintiano, a intrépida reporter submeteria D Ruth ao mesmo constrangimento ?

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

K - BOM: Kassab diz ao PT que Serra deve disputar eleição com seu apoio-

17/02/2012
 às 6:09


Por Bernardo Mello Franco e Vera Magalhães, na Folha:

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), comunicou ontem à direção do PT que José Serra (PSDB) deve ser candidato e terá seu apoio na eleição municipal. O aviso frustra a articulação costurada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o prefeito se aliar ao petista Fernando Haddad e indicar o vice de sua chapa. Kassab informou aos petistas que Serra se curvou às pressões do tucanato e está fazendo as últimas consultas antes de formalizar a sua entrada na disputa.
O prefeito disse ter “dever de lealdade” com o ex-governador, a quem sucedeu na prefeitura no início de 2006. Ele sustentou que o eleitorado o veria como um “traidor” se ele rompesse a aliança. Diante do novo cenário, o PT decidiu aumentar a pressão para evitar o lançamento de outros candidatos no campo de centro-esquerda. O principal alvo será Netinho de Paula (PC do B), seguido de Paulinho da Força (PDT). Os petistas não devem investir contra as pré-candidaturas de Gabriel Chalita (PMDB) e Celso Russomanno (PRB) por entender que eles tiram mais votos de Serra que de Haddad. Deles, pedirão a promessa de apoio num segundo turno contra o tucano. O presidente estadual do PT, Edinho Silva, disse que a sigla não pode “se mover de acordo com o adversário”, mas que uma candidatura do ex-governador “muda completamente o quadro”.
“A entrada de Serra reunifica o campo mais conservador da política paulistana, o que vai exigir do PT uma outra estratégia”, afirmou. Kassab disse ao PT que a aliança com o tucano na capital paulista não impedirá o PSD de apoiar candidatos petistas em outros municípios da região metropolitana e do interior do Estado. É o caso de Luiz Marinho, que disputará a reeleição em São Bernardo do Campo, e de João Paulo Cunha, pré-candidato a prefeito de Osasco. A interlocutores seus, o prefeito manifestou confiança na força política de Serra e disse que, se for mesmo candidato, ele será “o próximo prefeito de São Paulo”.
De acordo com Kassab, estaria errada a avaliação de que o alto índice de rejeição do tucano, demonstrado nas últimas pesquisas, impedirá sua vitória num novo confronto com o PT. Ainda segundo o relato do prefeito, Serra não queria disputar a prefeitura por entender que isso compromete seu projeto presidencial em 2014, mas foi convencido para não ser culpado caso o PSDB ficasse fora do segundo turno. Isso, para os tucanos, ainda poderia comprometer a reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e a “sobrevivência” da oposição ao governo Dilma Rousseff (PT).
(…)
Por Reinaldo Azevedo

UMA NOVA CACHOEIRA NO JARDIM PERY APARECE QUANDO CHOVE FORTE

A ausência de infraestrutura em obras de contenção, bueiros e galerias no bairro Jardim Pery tem trazido muitos transtornos aos seus moradores. Não bastassem as enchentes, alagamentos e inundações com o transbordo de seus córregos, noutra parte do bairro é o surgimento de uma cachoeira que num passe de mágica surge por entre as casas, jorrando água por cimas dos telhados e apavorando seus moradores.


 A vista é a de uma cachoeira natural. Ela se forma toda vez que chove muito, os bueiros que tem nela não comportam toda a água das chuvas, e ai transborda la pra baixo. Explica o morador Wilson. É uma verdadeira cascata natural  que surge entre as ruas: Santo Adriano e Monsenhor de Melo. Confirma.


Moradores se dizem apreensivos e com medo de inundação em suas casas..''É água que vem de cima, vocês já viram isso?? reclamou Irene, moradora da rua de baixo- M. de Melo.
Eu conversei com outros moradores. Eles me disseram que o problema já é bem antigo, e sempre que cai uma forte chuva a cachoeira aparece como uma mágica.
Eu como ansioso blogueiro, morador do bairro não sabia desse problema, aliás nunca havia ouvido falar dessa cachoeira.


Este video encontrei-o postado pelo internauta (morador?) no portal UOL rivapsilva449670459.

abaixo texto publicado junto do video pelo  seu editor.

Devido a tubulação existente na rua Santo Adriano não comportar o volume de águas, termina virando uma verdadeira cachoeira.
Este problema já é antigo muitas reclamações já foram feitas na Sub Prefeitura da Casa Verde mas os problema continua, as casas estão com infiltração de água comprometendo as estruturas.




Postado aqui no PERYNEWS por:
Robinson Dias

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Peri Alto precisa de atenção!

do blog do Zé Carlos, morador do Jardim Pery



Estive reunido com lideranças do Jardim Peri Alto a convite da Dona Marlene.  Foi uma tarde importante e discutimos as dificuldades que a municipalidade daquela região enfrenta.

Caracterizada por ser uma região de alta densidade populacional o bairro sofre com a ausência de recursos sociais suficientes para atender a população existente.  O saneamento básico é precário e, desta forma, facilita a incidência de doenças que afetam principalmente as crianças e adolescentes que são excluídas de atendimento social, educativo, de lazer, cultura e saúde.

A dona Marlene faz parte de um grupo evangelista que atende 200 crianças carentes da região e é com o extraordinário trabalho que ela desenvolve que esses pequeninos podem contar.

É preciso mudar a realidade do Peri Alto e, nesse sentido, coloquei-me a disposição para contribuir no que for preciso.

Aproveito para parabenizar, através da companheira Marlene, este projeto de extrema relevância, desenvolvido pelo grupo de evangelistas. 



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Noticia Postada por Zé Carlos
Presidente do MCZN - Em Noticia
3986-2168 
3105-1212

Semeghini negocia com TCU liberação do Rodoanel

O governo tem pressa na evolução das obras do Trecho Norte, porque abre uma nova via de acesso ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, e a meta é entregá-lo para a Copa do Mundo de 2014. 


Portal do Vereador José Américo,
Com o PSDB em alvoroço diante da possibilidade de candidatura do ex-governador José Serra à Prefeitura, o presidente do diretório municipal tucano, Julio Semeghini, circulou ontem pelo Congresso, em intensas articulações, inclusive com a base governista, pelo Rodoanel. “Estou aqui como secretário de Planejamento de São Paulo”, explicava. A missão de Semeghini é garantir a liberação do edital da licitação para a construção do Trecho Norte do Rodoanel, suspenso há dois meses por decisão liminar do ministro Raimundo Carreiro, do Tribunal de Contas da União (TCU).
Carreiro apresenta o voto liberando a licitação nesta quarta-feira (15), adiantou Semeghini. Após uma rodada de conversas, ele estava convicto de que o julgamento seria favorável à liberação da obra, estimada em R$ 7 bilhões. Mas admitiu a possibilidade de pedido de vistas, que adiem por mais uma ou duas semanas a decisão final.
O governo tem pressa na evolução das obras do Trecho Norte, porque abre uma nova via de acesso ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, e a meta é entregá-lo para a Copa do Mundo de 2014. O Trecho Norte começa na interligação com o Trecho Oeste, na altura da avenida Raimundo Pereira de Magalhães, e termina na ligação com o futuro Trecho Leste, na rodovia Presidente Dutra, em Arujá.
O secretário lembra que este é um dos trechos mais difíceis, porque atravessa a Serra da Cantareira e prevê túneis de 90 metros de profundidade. A empresa Equipav S/A impugnou o edital relativo ao Trecho Norte, apontando irregularidades na fase de pré-qualificação dos licitantes.
Semeghini também se reuniu com o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), a fim de articular a votação de três empréstimos do governo paulista junto ao Banco Mundial (BID), no valor de R$ 2 bilhões, para a conclusão do Rodoanel. Os empréstimos devem ser analisados em março pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
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Direita brasileira se unifica contra o PT em SP

17/02/2012

Juntos, outra vez, Serra e Kassab trouxeram confetes e serpentinas ao camarote desbotado da direita brasileira. Este ano, mais que nunca, a sucessão na prefeitura de São Paulo reafirma a dimensão estratégica de uma disputa que extrapola os limites do poder municipal. A direita sabe que precisa inaugurar um divisor em sua declinante presença no cenário nacional. Manter São Paulo sob a sua guarda pode, no mínimo, refrear a debandada da coalizão demotucana e regenerar laços da aliança para 2014. 

Seria apenas um passo, mas sem ele sobra pouco a fazer. Fustigado no plano federal após três derrotas presidenciais para o PT, o bloco conservador carece de enredo, desfalcou-se de passistas, a bateria repete truques sem entusiasmo, a comissão de frente não convence. E, convenhamos, não se pode atribuir a Serra, Aécio ou a Kassab dotes de mestre-sala ou porta-bandeira, com vigor para erguer a arquibancada e cantar junto. 

Serra tem apreciáveis 33% de rejeição na avenida paulista, sem computar o efeito demolidor do livro a 'Privataria Tucana', lacrado até agora ao grande público com o chumbo de um silêncio midiático vergonhoso.Esse lacre derreterá no horário eleitoral. Kassab é louvado como ruim e péssimo por 37% dos habitantes da cidade. Parece abraço de afogado.Sem ilusões: o batuque conservador mantém sólido patrimônio de torcida cativa. 

A mídia é a sua expressão mais caricata. O dinheiro não se confunde na hora de decidir. E a experiência pregressa demonstra que senhoras bem compostas dos jardins não relutam em acusar adversários de matadores de criancinhas. Esse arcabouço nunca subestimável levou parte do PT a considerar a hipótese de abortar a frente da direita antes que ela se formasse, atraindo a textura maleável de Kassab para a chapa de Haddad. 

Foi um erro: a plasticidade pastosa de Kassab esconde uma granítica alma reacionária. Cabe agora recolher as lições do equívoco. E retomar o principal: antes dos nomes, em torno dos nomes e depois dos nomes o que o PT mais precisa é oferecer à cidade um programa que traduza mudanças estruturais em um horizonte crível de vida melhor para os seus habitantes.

Sobretudo, cabe-lhe revisar o mal passo demonstrando - com propostas - que existe aqui uma disputa em torno de duas visões de mundo, de cidade e de Brasil. A da direita descarrega sobre a ordenação da cidade valores que levaram à maior crise capitalista dos últimos 80 anos -- fator que representa, no fundo, a causa primal da septicemia ideológica do conservadorismo nativo, que a santa aliança paulista tenta agora reverter. Na outra ponta encontra-se a visão das forças progressistas -imperfeita, contraditória, inconclusa e às vezes indistinguível daquela dos adversários. Ainda assim, é esse vertedouro histórico que dá expressão política aos anseios crescentes de ruptura com o cuore neoliberal, seja na economia, no urbanismo ou na democracia. Chegou a hora de demonstrar que isso tem uma contrapartida de soluções para o cotidiano exausto e machucado da maior metrópole do país, no Estado onde a direita domina há cerca de 16 anos. Essa é a condição para derrotar a reunificação do conservadorismo em São Paulo.