domingo, 11 de março de 2012

FALTA DE MANUTENÇÃO DA PREFEITURA DEIXA POPULAÇÃO DE SÃO PAULO ASSUSTADA NA CIDADE

Bloco cai de ponte e bloqueia pista da marginal Pinheiros

Folha de S.Paulo
Um pedaço de concreto da ponte do Morumbi (zona oeste) caiu na faixa da direita da marginal Pinheiros, bloqueando uma das faixas da via no sentido Interlagos, na manhã de ontem.
Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o bloco se desprendeu, caindo na via sem atingir nenhum veículo. Ainda não foi avaliado se há algum problema estrutural na ponte.
Esse foi o segundo incidente de queda de parte da estrutura de pontes ou viadutos na capital dez dias.
No dia 1º, um pedaço do reboco do viaduto Brigadeiro Luís Antônio (centro) caiu em cima de um táxi que passava pela avenida 23 de Maio.
A estrutura de concreto atingiu o teto, o para-brisa, duas portas, além de ter destruído um retrovisor. Os cinco ocupantes do táxi --o motorista e quatro passageiros-- sofreram escoriações.
O motorista e dono do veículo, Christian Martins Gomes, 36 anos, disse que o prejuízo chega a R$ 9.000. Ele diz que processará a prefeitura para ser indenizado.
Em 2007, o Ministério Público Estadual firmou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com previsão de que a prefeitura recupere em dez anos 68 pontes e viadutos da cidade.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Relembrando um grande problema, crônico, no Horto Florestal/SP: saneamento básico.

http://static.panoramio.com/photos/original/18160032.jpg
Quando eu era criança, quando via a espuma flutuando por sobre estacorredeira acima - no Horto Florestal -achava o maior barato.....Masa ningue´m me explicava o porque dos porques de a espuama ali flutuar...Mais tarde, com o fervilhar da curiosidade humana, acabei comparando a espuma flutuante no Horto Florestal com a mesma poluição das águas em Bom Jesus de Pirapora.....

domingo, 4 de março de 2012

66% dos eleitores não creem em Serra e acham que ele deixaria prefeitura de SP para disputar Planalto

O último Datafolha trouxe uma boa e uma má notícia para José Serra. Eis a boa: o simples anúncio de sua candidatura catapultou-o do patamar de 21% para 30% das intenções de voto. Uma subida de nove pontos. Agora, a má: a maioria dos eleitores crê que Serra quer ser presidente da República, não prefeito de São Paulo.

Eleito prefeito em 2004, Serra abandonou a poltrona em ano e três meses depois, para concorrer ao cargo de governador de São Paulo, em 2006. Elegeu-se, mas empurrou para dentro de sua biografia uma mágoa que o eleitorado, segundo o Datafolha, não esqueceu.
De acordo com o instituto, 76% dos paulistanos lembram que Serra renunciou à prefeitura depois de ter assinado documento comprometendo-se a cumprir os quatro anos de mandato. Para 66%, ele procedeu mal. Na opinião de 70%, Serra não deveria repetir o gesto.
Pois bem. Há três dias, ao assumir-se como candidato, Serra voltou a prometer que, eleito em 2012, cumprirá a integralidade do mandato. “É mais do que promessa”, declarou. E quanto ao projeto presidencial? “Está adormecido. Pelo menos até 2016”, disse.
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Os pesquisadores do Datafolha foram ao meio-fio na quinta e na sexta-feira, nas pegadas da entrevista de Serra. Para desassossego do tucanato, descobriram que 66% dos entrevistados não acreditam em Serra. Acham que ele vai abandonar a prefeitura novamente, para disputar o Palácio do Planalto em 2014.
Quer dizer: o grande desafio de Serra neste alvorecer de campanha será o de convencer os eleitores de que fala sério. Seus antagonistas, evidentemente, não hesitarão em esfregar-lhe na cara o passado que instila desconfiança na alma do eleitor.

Serra lidera a pesquisa em todos os cenários em que seu nome é mencionado. No quadro em que figuram os principais postulantes, o tucano amealha 30%. Em segundo, com 19%, surge Celso Russomano (PRB), candidato que o petismo tenta convencer a retirar-se da disputa.
Na sequência, aparecem na sondagem do Datafolha: Netinho (PCdoB), 10%; Paulinho (PDT), 8%; Gabriel Chalita (PMDB) e Soninha Francine (PPS), 7% cada um; e, segurando uma constrangedora lanterna, Fernando Haddad (PT), com esquálidos 3%.

Versão municipal de Dilma Rousseff, o novo “poste” de Lula é, entre os principais candidatos, o menos conhecido do eleitor. Apenas 41% dos entrevistados declaram conhecê-lo, contra 99% que dizem saber quem é José Serra. Significa dizer que, diferentemente de seu principal antagonista, o candidato de Lula entra na campanha como um jarro vazio –59% da plateia não sabe de quem se trata.
Até o dia da eleição, Haddad terá sete meses para encher o recipiente. Vai-se verificar, então, se o eleitor aprova ou não o conteúdo. O principal ingrediente será o apoio de Lula. Na cena nacional, funcionou com Dilma. Na seara municipal, o candidato tende a ser mais exigido. Em 2010, Serra perdeu a eleição. Mas prevaleceu em São Paulo –no Estado e também na capital.
oOo
Afora a aversão de parte do eleitorado paulistano ao PT, Haddad terá de vencer as estatísticas. Em março de 2010, Dilma também aparecia nas pesquisas atrás de Serra. Mas já era um “poste” conhecido por 86% dos eleitores, dos quais 59% sabiam que ela era a candidata ungida por Lula.
Neste março de 2012, além de ser bem menos conhecido do que Dilma, Haddad é identificado como apadrinhado de Lula por apenas 10% dos eleitores da capital paulista.
Outra diferença: Há dois anos, Dilma foi empurrada por um Lula dedicado à campanha em tempo integral. Hoje, o ex-soberano convalesce de um câncer na laringe, tenta reeducar a voz e talvez tenha de reduzir a presença nos palanques.
No mais, como informa o repórter Fernando Rodrigues, nenhum candidato saído de patamar tão baixo sagrou-se vencedor numa disputa pela prefeitura de São Paulo desde 2000. A cinco meses do início da propaganda de televisão, Haddad soma exíguos 3%.
Nessa mesma época, Marta Suplicy, a petista que prevaleceu na eleição de 2000, amealhava 32%. Em 2004, o vitorioso Serra beliscava 24% no mês de março. Em 2008, Kassab sagrou-se vencedor partindo de um patamar de 14% das intenções de voto.
oOo
O Datafolha testou os humores do eleitor num cenário enxuto, no qual foram apresentados apenas três candidatos: o tucano Serra, o petê Haddad e o pemedebê Chalita. O resultado foi: Serra, 49%. Chalita, 15%. E Haddad, 8%. Brancos e nulos somaram 22%. Não souberam responder 6% dos pesquisados.

Esse resultado faria de Serra um prefeito eleito no primeiro turno, já que o percentual atribuído a ele superaria a soma dos votos dos outros dois contendores. Ou seja: Lula e o petismo devem contar até mil antes de levar adiante a estratégia de retirar da disputa outros candidatos de partidos governistas.
Mais: a pesquisa mosta que, entre todos os candidatos, o preferido do vice-presidente Michel Temer parece ser o beneficiário natural de um eventual malogro de Haddad. Já coligado ao PSC, o PMDB assegurou a Chalita uma vitrine televisiva de, no mínimo, cinco minutos e meio. É tempo suficiente para que Chalita, com taxa de conhecimento de 52%, venda o seu peixe.
Assim, considerando-se os dados coletados pelo Datafolha, verifica-se que a eleição de São Paulo é, por enquanto, uma janela aberta para o imprevisível. O aparente favoritismo de Serra não faz dele um portento.
Basta recordar os números da última eleição, retirados do baú por Fernando Rodrigues. Em março de 2008, aparecia no topo do Datafolha, com 31%, Marta Suplicy. Em segundo, Geraldo Alckmin, com 23%. Kassab, que vinha em terceiro, com 14%, terminou vencendo a eleição. No segundo turno. Contra Marta.

sábado, 3 de março de 2012

Prefeitura de Kassab é a mais omissa em manutenção de pontes e viadutos.

Não bastasse o caos espalhado pela cidade de São Paulo por falta de vários serviços de manutenção por parte da prefeitura em SP,  da não limpeza de bueiros, capina das margens de córregos e de desessoriamento de leitos, bueiros e galerias, semáforos quebrados, iluminação danificadas, e etc.. e etc...Ultimamente sãos as partes estruturais de pontes e viadutos despencando sobre a cabeça e dos carros das avenidas mais movimentadas da cidade.

Acabo de ler mais uma noticia sobre este falta de manutenção que provoca danos á população. É a vergonha deuma prefeitura que na propaganda faz de tudo, mas na verdade ficam devendo.

03/03/2012

Pedaço de viaduto cai em táxi na 23 de Maio e fere cinco

Léo Arcoverde
do Agora
Um pedaço do reboco do viaduto Brigadeiro Luís Antônio (região central) caiu em cima de um táxi na avenida 23 de Maio, no sentido bairro, às 23h30 de anteontem. No veículo estavam o motorista e quatro passageiros.
A estrutura de concreto, com cerca de dois metros, atingiu o teto do carro, o para-brisa, duas das quatro portas, além de ter destruído um retrovisor.
Os cinco ocupantes do táxi, um Astra, sofreram escoriações provocadas por estilhaços do reboco e de vidros do carro que se quebraram. Três foram levados a hospitais, mas ninguém se feriu gravemente.
A prefeitura informou não saber ainda a causa da queda da estrutura de concreto. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), em horário de pico, uma média de 4.500 carros trafegam pelo local do acidente por hora. No local onde estava o reboco, há partes da estrutura de ferro aparentes.
Resposta
A prefeitura disse que técnicos da Siurb (Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras) fizeram uma vistoria no final de 2011 no viaduto Brigadeiro Luís Antônio e não detectaram nenhum problema.
Afirma ainda que "'provavelmente, uma infiltração atingiu o revestimento".
Segundo a prefeitura, essa infiltração não causou "danos à estrutura" restante.
A recuperação do viaduto já estava prevista para ser feita até o final deste ano. Entre 2006 e 2011, a prefeitura disse ter investido R$ 120 milhões em 27 obras de manutenção e recuperação de pontes, viadutos e túneis.
Em entrevista à TV Globo, o superintendente de Obras e Infraestrutura da Siurb, Regis Gehlen Oliveira disse que a prefeitura dispõe de poucos recursos para a área.
  • Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora neste sábado, 3 de março, nas bancas

sexta-feira, 2 de março de 2012

A pequena "Laura". Bebe que foi abandonada num carrinho de Supermercado na Zona Norte

Na última terça-feira foi encontrada uma criança abandonada em um supermercado em Lauzane Paulista.  A mãe da pequena Laura, (nome fictício dado pelo Conselho Tutelar) é menor de idade e, está a seis meses no Brasil.

A Conselheira Tutelar da Casa Verde, nossa querida amiga Lourdes, é quem foi responsável pelo atendimento do caso e quem conduziu a menina a um abrigo.  Ela falou com o MCZN e fez um relato emocionado sobre o caso:

MCZN: Quem localizou o bebê?
Lourdes: A criança foi localizada e teve um primeiro atendimento pela enfermaria do próprio mercado. Eles a encaminharam ao Hospital Cachoeirinha e ligou para o Conselho.

MCZN: Vocês tiveram contato com a mãe?
Lourdes: Não.  Ela foi encaminhada para a Fundação Casa, pois é menor de idade, entretanto o Conselho Tutelar também está acompanhando e acionou um advogado. É uma questão delicada porque a mãe é estrangeira, não fala a nossa língua, tem costumes diferentes do nosso País. O pai da criança é menor de idade também, tem apenas 16 anos.

MCZN: O que teria levado ela a abandonar a criança?
Lourdes: Pela experiência que tenho foi a imaturidade. Ela escondeu a gravidez, o pai é seu sobrinho. Na Bolívia a cultura é diferente do Brasil. A mãe do bebê teve alguns “cuidados” ao deixar a criança, procurou um lugar que tivesse refrigeração, escolheu um supermercado da região que tem atendimento ambulatorial e disse que sua intenção era que sua filha fosse encontrada por alguém que pudesse dar a ela muito amor e carinho.

Para ler o final da entrevista click em: http://www.mczn.blogspot.com/2012/03/pequena-laura.html

Noticia Postada por Zé Carlos
Presidente do MCZN - Em Noticia
3986-2168 
3105-1212

quinta-feira, 1 de março de 2012

Serra: sonho da presidência está adormecido até 2016

Da Carta Capital

Em entrevista hoje, José Serra prometeu, caso vença as eleições, concluir o mandato de prefeito de São Paulo. O tucano disse saber que será cobrado pelos adversários por ter largado a prefeitura em 2006 para concorrer ao governo do estado, mas garantiu que as coisas agora serão diferente. “O sonho da presidência está adormecido ao menos até 2016 (quando acaba o mandato na prefeitura)”. E você, o que acha?

O ex-governador tucano José Serra. Foto: Filipe Araújo/AE 
Leia também:

PSDB adia prévias após pedido de Serra

Após oficializar a pré-candidatura à prefeitura de São Paulo, o ex-governador José Serra teve o pedido de adiamento das prévias internas do PSDB atendido pelo partido na noite de terça-feira 28. Após três horas de reunião, a Executiva alterou a votação que vai escolher o candidato da legenda de 4 para 25 de março, por 10 votos a 8, e despertou críticas dos pré-candidatos José Anibal e Ricardo Tripoli, que defendiam a manutenção da data oficial.

Em sua conta no Twitter, Aníbal, ex-líder do PSDB na Câmara dos Deputados e atual Secretário de Energia do Estado de São Paulo, considerou a decisão uma lástima e disse que iria conversar com “os amigos do partido” para tentar manter a “integridade das prévias”.

O coordenador da campanha presidencial de Serra em 2002, também criticou o tempo extra concedido ao ex-governador paulista. “Porque a necessidade de mais três semanas? Para que? O novo candidato é bem conhecido, não carece de tanto tempo para falar com os militantes.”

“Até aqui, o processo de prévias teve deliberações convergentes e transparentes. Com a entrada do novo candidato, começou a mudar. Lástima”, completou

Anibal também sugeriu que há uma tentativa de desestabilizar as prévias.

Tripoli, vice-líder do PSDB na Câmara dos Deputados, disse apenas que esse “não é o PSDB que conheço” e que foi “voto vencido”, mas demonstrou confiança nas prévias.

Após a confirmação da entrada de Serra na disputa, os secretários estaduais Bruno Covas e Andrea Matarazzo desistiram de participar das prévias.

A decisão de Serra, após meses de pressão do PSDB, principalmente de aliados de Alckmin que o enxergam com maiores chances de vitória no pleito, retirou o PSD de Gilberto Kassab da órbita do PT.

Segundo a pesquisa mais recente do Instituto Datafolha, Serra tem 21% das intenções de voto e 33% de rejeição. Ainda assim, é o pré-candidato mais bem colocado do PSDB na disputa pelo cargo.

Além disso, conta com o apoio de Alckmin, que disse na segunda-feira 27 que o partido “tem tudo para vencer a eleição” em São Paulo com a entrada dele na disputa. É pouco provável que Serra perca a batalha interna, além de ganhar três semanas de repercussão na mídia.